Inteligência regulatória · relações institucionais · Bruxelas

Transformar excelência produtiva em influência regulatória.

A BEST ocupa o espaço estratégico entre a excelência produtiva do agronegócio global e o poder normativo europeu, antecipando barreiras, traduzindo exigências em evidências e defendendo interesses onde as regras são formuladas.

Três décadas em BruxelasDuas décadas no Ministério da Agricultura do Brasil

Presença

São Paulo · Bruxelas · Lisboa

São Paulo, base brasileira; Bruxelas, onde a norma europeia é formulada; Lisboa, onde ela é traduzida em estratégia.

01 · O momento

O acesso a mercado muda o eixo.

Durante décadas, o acesso a mercados foi lido pela negociação entre Estados — cotas, tarifas, salvaguardas — e pela conformidade do produto embarcado. Hoje, a União Europeia deslocou esse eixo: o produto continua importando, mas já não basta. O acesso passa a depender da capacidade de demonstrar, de forma verificável, a confiabilidade do sistema que produz, controla, rastreia e certifica o alimento. Diante de normas formuladas em Bruxelas e projetadas sobre cadeias globais, o centro da decisão migrou do produto para o processo e, do processo, para a arquitetura de evidência que permite ao mercado importador confiar no sistema produtor. Quem não está presente onde a norma nasce recebe a regra pronta — como problema.

Pelo Efeito Bruxelas, a norma europeia raramente fica na Europa; torna-se o padrão que outros mercados replicam. Perder acesso à União Europeia não é perder a Europa, é perder a credibilidade de todo o sistema exportador.
02 · O que fazemos

Uma lacuna estratégica: acompanhamento técnico e regulatório contínuo onde a norma europeia é formulada.

01

Inteligência regulatória antecipatória

Acompanhar normas, consultas, debates técnicos, medidas-espelho e tendências europeias, reduzindo a distância entre o momento em que a exigência nasce em Bruxelas e o momento em que chegaria como problema ao cliente.

02

Tradução regulatória aplicada

Converter a exigência europeia em perguntas operacionais: o que precisa ser demonstrado, com quais dados, sob qual padrão de prova, por qual cadeia de responsabilidade e com qual verificação. É a camada que transforma norma em estratégia e estratégia em evidência.

03

Relações institucionais e diplomacia técnica

Construir, com leitura direta do que se discute em Bruxelas, as posições que sustentam os interesses do cliente perante quem formula a norma — de modo preventivo, legítimo e tecnicamente inatacável.

03 · Como trabalhamos

O jeito BEST: legitimidade como método, evidência como língua.

Advocacy baseado em evidências

Nenhuma posição sem dado científico, fato de mercado ou evidência técnica que a sustente. Achismo não entra em Bruxelas.

Lobby regulatório legítimo

Diálogo institucional ético e transparente, em conformidade com as regras da União Europeia.

Proatividade e antecipação

Falar com quem formula a norma — Comissão, Parlamento, Conselho — antes da publicação. Posicionamento preventivo, nunca apenas reativo.

Abordagem estratégica

A presença institucional não é acessório: é o cerne da competitividade. Onde a norma é discutida é onde a competição do agro se decide.

04 · Para quem

O critério é a complexidade do desafio regulatório — não o tamanho da empresa.

A atuação cobre os dois sentidos do eixo: empresas sul-americanas rumo ao mercado europeu e empresas europeias rumo ao Brasil.

Perfil 01

Grandes corporações e associações setoriais

Agroindústrias, tradings globais e associações — com destaque para as cadeias de proteína animal — que precisam de presença regulatória contínua, matrizes de evidência robustas e monitoramento de risco em larga escala na UE. Para elas, o que está em risco não é a fatia europeia do faturamento: é a credibilidade de todo o sistema exportador.

Perfil 02

Indústrias de nicho e especialidades

Empresas de pequeno e médio porte muito expostas às novas exigências socioambientais europeias — cacau, café e ingredientes especializados — sem departamento regulatório próprio na Europa. O gancho imediato é o EUDR: a prorrogação para dezembro de 2026 não é alívio, é janela. Quem tratar 2026 como prazo ganho chega despreparado; quem tratar como antecipação transforma a prorrogação em vantagem sobre a concorrência.

Horizonte EUDR

  1. Hoje
  2. Abr 2026Revisão de simplificação pela Comissão
  3. Dez 2026Aplicação para operadores em geral
  4. Jun 2027Aplicação para micro e pequenas empresas
05 · QUEM SOMOS

Perspectiva global, conhecimento local.

Duas competências que raramente se sentam à mesma mesa.

Maria Eduarda M. Blaiklock, sócia-fundadora da BEST Agri-Trade

Sócia-fundadora · Lisboa

Maria Eduarda M. Blaiklock

Línguas de trabalho · Português · Inglês · Espanhol

Médica veterinária e responsável pela inteligência técnico-regulatória da BEST, Maria Eduarda M. Blaiklock atua na interpretação das exigências sanitárias e fitossanitárias, na avaliação da prontidão regulatória, na análise de riscos e na conversão de requisitos europeus em estratégias operacionais para empresas e entidades setoriais.

Reúne mais de duas décadas de experiência no Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil, com atuação em comércio internacional, saúde animal, acesso a mercados e equivalência sanitária e fitossanitária, em articulação com órgãos governamentais, setor produtivo e autoridades estrangeiras. Entre 2018 e 2022, foi Adida Agrícola na Embaixada do Brasil em Bangkok, liderando a interlocução técnico-sanitária com os países do Sudeste Asiático.

Possui MBA em Agronegócios pela USP/ESALQ, especialização em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília e mestrado em Higiene e Tecnologia de Produtos de Origem Animal pela Universidade Federal Fluminense. Sua trajetória combina políticas públicas, negociação internacional e gestão de barreiras sanitárias para transformar leitura regulatória em estratégia de acesso a mercados.

Jogi H. Oshiai, sócio-fundador da BEST Agri-Trade

Sócio-fundador · Bruxelas

Jogi H. Oshiai

Línguas de trabalho · Português · Inglês · Francês · Italiano · Espanhol

Responsável pelas relações institucionais e pelo advocacy estratégico da BEST, Jogi H. Oshiai analisa o ambiente político e regulatório da União Europeia e conduz a interlocução com instituições europeias, governos, representações diplomáticas, organismos internacionais e lideranças do agronegócio. Atua a partir de Bruxelas, convertendo leitura política em posicionamento institucional.

Reúne mais de três décadas de experiência em comércio internacional, acesso a mercados, equivalência sanitária e fitossanitária, negociações internacionais, conformidade regulatória e relações institucionais e governamentais. É CEO do LIDE Belgium e atuou como Assessor Econômico e Comercial da Missão do Brasil junto à União Europeia, além de ter ocupado posições de direção e aconselhamento em organizações europeias de public affairs.

Possui pós-graduação em Comércio Internacional e mestrado em Política Internacional pela Université Libre de Bruxelles, além de MBA Executivo pela Solvay Brussels School of Economics and Management. Sua produção intelectual inclui contribuições como colunista para Avicultura Industrial, Suinocultura Industrial, Aquicultura Industrial, AgroRevenda e Seafood Brasil.

Enquanto a maior parte dos interlocutores do agro em Bruxelas atua em apenas um plano — o técnico ou o relacional —, a BEST cobre os dois. A evidência tecnicamente correta chega ao interlocutor certo, no momento certo, pelo canal certo.

Rede de especialistas

O núcleo da entrega é sempre a liderança sênior da BEST. Quando o desafio exige substância técnica adicional, a firma mobiliza uma rede cuidadosamente selecionada de especialistas — profissionais de reconhecida experiência nas áreas jurídica, regulatória, sanitária, científica, comercial e diplomática, no Brasil e na Europa.

A composição é definida caso a caso, sob análise da direção, de acordo com a natureza do desafio regulatório — nunca como equipe padronizada, sempre como reforço de precisão.

A identidade dos especialistas e parceiros é tratada sob o mesmo regime de estrita confidencialidade que protege os clientes da BEST.

06 · Presença

Onde estivemos, com quem estivemos.

Presença consistente entre lideranças do agro brasileiro e nas instâncias europeias em Bruxelas. A legitimidade se constrói na mesa — antes da exigência, durante a exigência, depois da exigência.

Parlamento Europeu, Bruxelas, 2022
BRUXELASParlamento Europeu, Bruxelas, 2022.
Jogi H. Oshiai em reunião de trabalho, Bruxelas
BRUXELASJogi H. Oshiai em reunião de trabalho, Bruxelas.
Jogi H. Oshiai com Roberto Rodrigues, ex-Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Bruxelas
BRUXELASJogi H. Oshiai com Roberto Rodrigues, ex-Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Bruxelas.
Jogi H. Oshiai com Marcus Vinicius Pratini de Moraes, ex-Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, São Paulo, 2008
SÃO PAULOJogi H. Oshiai com Marcus Vinicius Pratini de Moraes, ex-Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, São Paulo, 2008.
Maria Eduarda M. Blaiklock com Blairo Maggi, ex-Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e Odilson Ribeiro e Silva, Pequim
PEQUIMMaria Eduarda M. Blaiklock com Blairo Maggi, ex-Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e Odilson Ribeiro e Silva, Pequim.
07 · O ponto de partida

Diagnóstico antes de escopo. Escopo antes de preço.

Todo trabalho começa por um diagnóstico de prontidão: mapear o que a exigência europeia demanda, o que o cliente já tem e onde estão as lacunas. Só depois se define escopo — e só então, termos. Primeiro decidimos o que precisa ser provado; a arquitetura para produzir essa prova vem depois. A BEST não vende plataforma nem horas de consultoria — vende redução de risco sistêmico e capacidade de influência.

O custo da inação já é concreto.

Produzir bem deixou de bastar. E responder mal — com solução precipitada, feita só para afastar o risco imediato — pode custar tanto quanto não responder. A conversa começa com um diagnóstico.

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